Guias da família / Segurança digital

Como proteger meu filho de desconhecidos na internet?

Boas práticas para reduzir contatos indesejados, ensinar limites e escolher ambientes de conversa com acesso controlado para a família.

Por AlkateiaAtualizado em 20/09/20263 min de leitura

Neste guia
  1. Como impedir desconhecidos de falar com meu filho? Em cada serviço usado pela criança, procure as opções de mensagens, comentários, menções e convites. Restrinja-as às pessoas autorizadas quando essa opção existir. Revise seguidores e contatos antigos, porque um perfil privado com centenas de pessoas não verificadas ainda pode expor a rotina. Não aceite uma conta apenas por ela usar a foto de um colega: confirme por outro canal quando houver dúvida. (CERT.br)
  2. Como ensinar crianças a não conversar com estranhos na internet? Troque uma ordem vaga por combinados observáveis: não informar escola ou endereço a contatos não confirmados, não migrar uma conversa para outro aplicativo sob pressão e pedir ajuda diante de segredo, ameaça ou pedido íntimo. Ensine que um desconhecido pode parecer gentil e que alguém conhecido também pode ultrapassar limites. (SaferNet Brasil)
  3. Rede social segura para crianças existe? A palavra “segura” precisa vir acompanhada de critérios: público atendido, controles de contato, privacidade, denúncia, tratamento de dados e participação dos responsáveis. Nenhum serviço elimina todos os riscos. Idade mínima, classificação indicativa e maturidade são aspectos diferentes e devem ser considerados em conjunto. (Governo Federal)
  4. Como o Alkateia controla quem pode entrar? O Alkateia é um app brasileiro de conversa familiar privada. Não oferece seguidores, busca pública de pessoas nem grupos abertos. Um familiar autorizado envia QR Code, código ou link exclusivo; o convite expira em 10 minutos. Depois da aceitação, o responsável ou administrador ainda precisa aprovar a entrada.
  5. O que continua dependendo da família? Verifique a identidade de quem está sendo convidado, não publique convites em redes abertas e converse sobre o que pode ser compartilhado dentro do grupo. O controle de entrada não impede que um integrante copie informações. Se uma mensagem já causou medo ou constrangimento, siga o guia de acolhimento e denúncia. Para entender a dupla autorização, veja convites temporários e QR Code.

Para reduzir o contato de desconhecidos com os filhos, revise quem pode enviar mensagens, ver o perfil e adicionar a conta a grupos. Depois, combine o que fazer quando uma conversa causar desconforto. A configuração do aplicativo e a possibilidade de pedir ajuda precisam funcionar juntas.

Como impedir desconhecidos de falar com meu filho? Em cada serviço usado pela criança, procure as opções de mensagens, comentários, menções e convites. Restrinja-as às pessoas autorizadas quando essa opção existir. Revise seguidores e contatos antigos, porque um perfil privado com centenas de pessoas não verificadas ainda pode expor a rotina. Não aceite uma conta apenas por ela usar a foto de um colega: confirme por outro canal quando houver dúvida. (CERT.br)

Faça a revisão com a criança. Peça que ela mostre por onde chegam convites e mensagens; esse exercício revela caminhos que o adulto talvez não conheça. Se um aplicativo não oferece o controle necessário, reavalie se ele atende à necessidade daquela idade e daquele momento.

Como ensinar crianças a não conversar com estranhos na internet? Troque uma ordem vaga por combinados observáveis: não informar escola ou endereço a contatos não confirmados, não migrar uma conversa para outro aplicativo sob pressão e pedir ajuda diante de segredo, ameaça ou pedido íntimo. Ensine que um desconhecido pode parecer gentil e que alguém conhecido também pode ultrapassar limites. (SaferNet Brasil)

Uma frase que pode ser ensaiada é: “Não vou mandar isso. Vou falar com meu responsável”. A criança pode encerrar a conversa sem justificar cada decisão. O adulto deve deixar claro que ela pode procurar ajuda mesmo se já respondeu, aceitou um convite ou compartilhou algo.

Rede social segura para crianças existe? A palavra “segura” precisa vir acompanhada de critérios: público atendido, controles de contato, privacidade, denúncia, tratamento de dados e participação dos responsáveis. Nenhum serviço elimina todos os riscos. Idade mínima, classificação indicativa e maturidade são aspectos diferentes e devem ser considerados em conjunto. (Governo Federal)

Tela de aceitação de convite para a família no Alkateia com prazo de validade
Aceitação do convite: a entrada ainda depende de aprovação. Toque na imagem para ampliar.
Tela do Alkateia com QR Code e código temporário de convite familiar
Exemplo visual do convite. Use um convite novo enviado pela sua família. Toque na imagem para ampliar.

O que continua dependendo da família? Verifique a identidade de quem está sendo convidado, não publique convites em redes abertas e converse sobre o que pode ser compartilhado dentro do grupo. O controle de entrada não impede que um integrante copie informações. Se uma mensagem já causou medo ou constrangimento, siga o guia de acolhimento e denúncia. Para entender a dupla autorização, veja convites temporários e QR Code.

Fontes e referências

  1. CERT.br — Fascículo Redes Sociais
  2. SaferNet Brasil — Aliciamento sexual infantil online
  3. Governo Federal — Guia de telas: recomendações a famílias, tutores e responsáveis

Fontes consultadas em 20 de setembro de 2026. Conteúdo informativo produzido pelo Alkateia; informações sobre o aplicativo descrevem seus próprios recursos.